O ciclo da vida

Sabe aquela história de que nada realmente acaba, que tudo continua, mesmo que seja de uma forma diferente? Pois é, estou começando a acreditar (e muito) nela.

Diversas situações na história do planeta e nas nossas histórias pessoais tem esse caráter. Volta e meia parece que voltamos a estaca zero. É como se, após muito tempo batalhando contra alguma coisa, falhamos e temos que começar de novo. Quase como num videogame, quando não conseguimos terminar uma fase e ela recomeça.

Isso talvez seja o ciclo da vida, ou do planeta. O planeta já tem vários ciclos – ciclo da vida, as voltas em torno do sol, os ciclos das estações… Porque o resto não pode ser assim também?

Pensa bem: a situação atual do planeta, diversas pessoas batalhando por seus direitos, diversos lugares em confronto, pessoas virando refugiados. Não parece que a gente já viu isso antes? Talvez nas aulas de história? Talvez apenas de saber o que já aconteceu?

E agora tudo isso se repete. Parece até que a lição não foi passada da primeira vez e, agora, com tudo diferente, com tudo mais (a princípio) avançado, tem que ter todas aquelas mesmas batalhas, o mesmo sofrimento e suor.

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Sobre cada um de nós ter essas batalhas internas: sim, temos isso. Como eu disse antes, é como num videogame. Talvez como conhecer alguém. Quando tu conhece uma pessoa, acha ela muito legal, viram amigos e depois tu descobre que estava errado. Tem aquela parte que tu não sabe o que fazer, além de ficar decepcionado. Daí, depois de um tempo, aparece outra pessoa, ela é legal, mas não era tudo isso.

“Ah, mas as pessoas são diferentes”. São mesmo. O mundo também, era pra ter mudado. Talvez isso, no quesito pessoas, seja mesmo para que todo mundo aprenda com os seus erros e veja que não está certo. Os que se negam a abrir os olhos e mente, isso vai continuar acontecendo, até que, por fim, notem que estão fazendo as coisas erradas.

É tudo uma questão de aprendizados e evolução mental, creio eu, com minha vã sabedoria. Basta querer ver o mundo e entender ele o que ele quer nos passar.

Talvez, se usássemos mais nossas mentes para efetivamente pensar e menos para se irritar, brigar, e deixar de ver as coisas, o mundo fosse melhor.

Mas, como eu disse, “talvez”. E, dentro dessa palavra de seis letras, cabe todos os habitantes do planeta. Ou seja, é uma missão difícil, mas todo mundo poderia fazer a sua parte.

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